Apurado pelo site Correio Braziliense
Nas redes sociais, incluindo Douyin e Weibo da China, um aumento da fake news alimenta o sentimento antiamericano que poderia minar a frágil pausa
Por Anuj Chopra, com Carina Cheng em Hong Kong — Compras frenéticas pelo medo das tarifas, revelações de segredos sobre as marcas de luxo, manchetes enganosas: um turbilhão de desinformações alimenta a guerra comercial entre Washington e Pequim, apesar da trégua.
As duas maiores economias do mundo concordaram, em meados de maio, em suspender as tarifas que impuseram uma à outra por 90 dias, após 48 horas de negociações em Genebra.
No entanto, nas redes sociais, incluindo Douyin e Weibo da China, um aumento da fake news alimenta o sentimento antiamericano que poderia minar a frágil trégua.
Um vídeo com milhões de visualizações, compartilhado nestas plataformas e no TikTok, mostra americanos correndo para comprar televisões de marca chinesa supostamente após o anúncio de tarifas aduaneiras mais altas.
No entanto, as imagens são das ofertas da Black Friday de 2018 nos Estados Unidos.
Nas plataformas chinesas também surgiram afirmações infundadas sobre americanos que voavam para a China para fazer compras ou faziam longas filas para adquirirem produtos chineses no atacado. Veículos de comunicação chineses, entre eles o China Daily, ecoaram, amplificando as fake news…
Veja a apuração completa no site Correio Braziliense
