Apurado pelo site UOL Confere
São enganosas as publicações que circulam nas redes sociais afirmando que o Judiciário brasileiro foi eleito o segundo mais corrupto e injusto do mundo.
A publicação cita dados desatualizados de um ranking internacional e mistura categorias diferentes para defender a alegação.
Os dados do índice de Estado de Direito do World Justice Project podem ser consultados no site (aqui). A publicação cita o relatório de 2024, mas uma versão mais atualizada, de 2025, já está disponível. A categoria que avalia a “ausência de corrupção” pontuou critérios para os três poderes, ou seja, avalia a corrupção no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. O quesito também analisa as Forças Armadas e a polícia. A categoria leva em conta suborno, influência indevida por interesses públicos ou privados e apropriação indevida de fundos públicos ou de outros recursos por esses quatro grupos.
Uma imagem de ministros do STF é compartilhada com o seguinte texto sobreposto: “Judiciário brasileiro é eleito o segundo mais corrupto e injusto do mundo, segundo ranking global”.
No Facebook, o conteúdo é acompanhado da seguinte legenda: “Judiciário brasileiro aparece entre os sistemas mais críticos do mundo no Rule of Law Index 2024, levantamento global que mede a observância do Estado de Direito em 142 países, segundo dados do World Justice Project. No índice geral, o Brasil ficou na 80ª posição, com desempenho inferior à média mundial. No recorte dedicado à Justiça Criminal, o país registrou 0,33 ponto em uma escala de 0 a 1, ficando bem abaixo da média global e posicionando-se na 113ª colocação”.
Os dados do índice de Estado de Direito do World Justice Project podem ser consultados no site (aqui). A publicação cita o relatório de 2024, mas uma versão mais atualizada, de 2025, já está disponível. A categoria que avalia a “ausência de corrupção” pontuou critérios para os três poderes, ou seja, avalia a corrupção no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. O quesito também analisa as Forças Armadas e a polícia. A categoria leva em conta suborno, influência indevida por interesses públicos ou privados e apropriação indevida de fundos públicos ou de outros recursos por esses quatro grupos…
Veja a apuração completa no site UOL Confere
