Apurado pelo site Observador 🇵🇹
A profissão de guarda-florestal dá sempre que falar sempre que há incêndios no país. Em novas publicações há sugestões de que já houve quatro mil a vigiar os terrenos nacionais.
A profissão de guarda-florestal dá sempre que falar sempre que há incêndios no país. Em novas publicações há sugestões de que já houve quatro mil a vigiar os terrenos nacionais.
Já não é de hoje que as publicações nas redes sociais se multiplicam para dar conta de que Portugal já teve quatro mil guardas florestais, sugerindo que essa poderia ser uma solução para o flagelo dos incêndios. Sempre que há dias ou semanas marcadas pelos fogos há novos posts a dizer exatamente o mesmo. Há dois anos houve até um conjunto de publicações no mesmo sentido em que se acusava o primeiro-ministro da altura, António Costa, de ter acabado com a carreira de guarda florestal e com os postos de 4 mil trabalhadores. Mas não é verdade e o próprio Ministério da Administração Interna o desmentiu no passado.
Ora, a sugestão que existe baseia-se no facto de haver leis e regulamentos nos tempos do Estado Novo em que se prevê a construção de 940 casas para guardas florestais e 140 pontos de vigia. Estes números não são possíveis de somar e, mesmo que fossem, sendo que cada casa servia para um guarda, nunca se chegaria aos números em questão…
Veja a apuração completa no site Observador 🇵🇹
