Apurado pelo site Snopes
Em 24 de fevereiro de 2026, quando o presidente dos EUA, Donald Trump, entrou no plenário da Câmara dos Representantes para proferir seu discurso sobre o Estado da União, o deputado Al Green, democrata do Texas, desfraldou uma placa com os dizeres “Pessoas negras não são macacos”.
A transmissão ao vivo da Casa Branca ( arquivada ) do evento capturou o momento em que outros representantes cumprimentaram e aplaudiram o presidente.
Após desfraldar seu cartaz, Green foi expulso do plenário da Câmara. (Green também foi expulso ( arquivado ) do plenário no ano anterior, quando interrompeu Trump durante o discurso do presidente perante uma sessão conjunta do Congresso.) Mais tarde, Green disse à Reuters ( arquivado ) que o cartaz era uma referência a um vídeo que a conta Truth Social do presidente havia publicado e apagado no início do mês.
O vídeo em questão começou mostrando um gráfico que supostamente rastreava a contagem de votos para Trump e o ex-presidente Joe Biden na eleição presidencial de 2020, mas mudou para um clipe de dois segundos que mostrava os rostos dos Obamas em duas telas. macacos ‘ corpos enquanto “The Lion Sleeps Tonight” tocava ao fundo.
Comparar pessoas negras a primatas é um insulto racista antigo que implica que pessoas negras são seres humanos menos desenvolvidos. O argumento infundado de que pessoas negras são menos desenvolvidas ou menos evoluídas do que europeus brancos tem sido historicamente usado para justificar a escravização de pessoas negras e o colonialismo em países com populações majoritariamente negras…
Veja a apuração completa no site Snopes
