Apurado pelo site Chequeado 🇦🇷
A ANMAT confirmou que a fenilpropanolamina está proibida na Argentina desde 2001 e que os medicamentos mencionados no texto não contêm essa substância. Além disso, a rede viral atribui a medida a uma organização inexistente no país.
Circula no WhatsApp e nas redes sociais uma corrente alegando que a fenilpropanolamina, ingrediente ativo de muitos medicamentos contra gripe, foi suspensa. Mas isso é falso.
A Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (ANMAT) confirmou que a fenilpropanolamina está proibida na Argentina desde 2001 e que os medicamentos mencionados no texto não contêm essa substância. Além disso, a rede viral atribui a medida a uma organização inexistente no país.
Essa é uma forma de desinformação que circula há anos na Argentina e em outros países da região, como Colômbia, Estados Unidos e Venezuela.
Uma série de mensagens está circulando no WhatsApp e nas redes sociais alegando que o governo argentino suspendeu a venda de fenilpropanolamina , um medicamento encontrado em muitos medicamentos contra gripe. A mensagem circula em meio ao processo judicial em andamento envolvendo a administração de fentanil contaminado, que teria causado a morte de pelo menos 48 pessoas.
“O Ministério da Saúde, por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, suspendeu a distribuição, o manuseio e a comercialização da fenilpropalamina. A medida foi tomada após a FDA (Food and Drug Administration) dos EUA confirmar que a substância causava efeitos adversos fatais (hemorragia cerebral)”, afirma.
O texto também recomenda a suspensão do uso de 21 medicamentos: Benadryl dia e noite, Contac, Naldecón Bristol, Acolde, Rinarín Expectorante, Deltap, Desfenil, Fenilpropalamina HCl, Naldex, Nasaliv, Decongel Plus, Sanagripe, Descon, Descon AP, Descon Expectorante, Dimetapp, Dimetapp Expectorante, Cepacol Plus, Ornatrol, Rhinex AP, Contilén, Decidex, Contac 10, Desenfriol-D, Desenfriolito, Dimetap, Graneodin-D, XL3…
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