Apurado pelo site Aos Fatos
Não é verdade que um vídeo mostra a reação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes aos novos desdobramentos da “Vaza Toga” — nome dado à série de supostas mensagens vazadas de assessores do ministro Alexandre de Moraes. O registro compartilhado pelas peças enganosas é de 2023 e mostra o magistrado criticando as práticas adotadas durante a operação Lava Jato.
As peças de desinformação somavam centenas de compartilhamentos no Facebook e no X até a tarde desta terça-feira (5).
Posts nas redes enganam ao compartilhar um vídeo de 2023 em que o ministro Gilmar Mendes critica a Lava Jato como se fosse um registro da reação do magistrado aos supostos novos vazamentos de mensagens de assessores do ministro Alexandre de Moraes.
No vídeo, Mendes afirmou que as decisões tomadas pela “República de Curitiba”, envergonhavam a Justiça brasileira e defendeu que fosse feito “um escrutínio muito severo” sobre os métodos usados na operação para obter delações premiadas (veja abaixo).
“As pessoas só eram soltas, liberadas, depois de confessarem e fazerem acordo de leniência. Isso é uma vergonha e nós não podemos ter esse tipo de ônus. Coisa de pervertidos. Claramente se tratava de prática de tortura usando o poder do Estado”, afirmou Mendes.
Em agosto de 2024, a Folha de S.Paulo publicou uma série de reportagens com base em mensagens de WhatsApp de assessores do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com o veículo:..
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