Apurado pelo site Chequeado 🇦🇷
Segundo registros oficiais, de 1900 até o presente, nenhum outro período registrou nove anos consecutivos de superávit primário e seis anos consecutivos de superávit financeiro, como afirmou o representante. Mas, durante o governo Kirchner, a Argentina não pagou sua dívida integralmente, o que possibilitou parte do superávit financeiro.
Durante os governos de Néstor Kirchner (2003-2007) e Cristina Fernández de Kirchner (2007-2015), houve 9 anos consecutivos de superávit primário e 7 anos de superávit financeiro, que desde então foram descontinuados.
Segundo registros oficiais, de 1900 até o presente, nenhum outro período registrou nove anos consecutivos de superávits primários e seis anos consecutivos de superávits financeiros, como afirmou o representante nacional.
Mas durante as presidências de Kirchner e Fernández de Kirchner, a Argentina não pagou todos os juros da sua dívida. Em outras palavras, parte do superávit financeiro é explicado pela falta de pagamento de juros aos credores estrangeiros.
O deputado nacional Máximo Kirchner (União pela Pátria) afirmou em entrevista ao jornal Página 12 que “o processo de superávit fiscal mais longo é o de Néstor Kirchner e esse processo político, o de Néstor e Cristina”.
Isso é verdade, mas … Segundo dados oficiais, durante os governos de Néstor Kirchner (2003-2007) e Cristina Fernández de Kirchner (2007-2015), houve nove anos consecutivos de superávits primários e sete anos de superávits financeiros, que foram interrompidos desde então. Este é o período mais longo em que se registrou um superávit, como afirmou o representante nacional.
Mas, durante o mandato de Fernández de Kirchner, é preciso considerar que, naqueles anos, a Argentina estava em default seletivo. Ou seja, pagava a maior parte de suas obrigações de dívida, mas não todas…
Veja a apuração completa no site Chequeado 🇦🇷
